A extrema esquerda só passou a se preocupar com a violência no Rio depois da morte de sua vereadora

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De ontem para hoje, repentinamente, o PSOL passou a se preocupar com a violência no Rio de Janeiro. Como se tivessem acordado e um longo e profundo sono de décadas, os esquerdista agora percebem que a cidade maravilhosa está em situação de guerra e que a criminalidade atingiu níveis alarmantes.

Agora eles querem providências, querem investigação, querem punição para os assassinos de Marielle Franco. Desta vez, como quase nunca acontece, estão certos. Deve haver, sim, punição severa para quem executa duas pessoas a sangue frio desse jeito. Mas não era assim que o partido pensava até ontem à tarde, quando Marielle ainda estava viva. Aliás, sobre o motorista da vereadora, que morreu ao lado dela, eles nem falam, é como se nem existisse.

Que se saiba a violência no Rio de Janeiro é uma realidade antiga e ela já está neste patamar há anos. Onde é que estava toda essa preocupação quando quem morria era o cidadão honesto, trabalhador, estudante, que não consegue sequer ir ou voltar do trabalho com o mínimo de segurança? Aparentemente, até ontem, o PSOL estava do outro lado, defendendo que bandidos sejam soltos, dizendo que no Brasil ocorre “encarceramento em massa” e que prender criminosos não resolve o problema.

Do nada, assim que morreu sua vereadora, o partido resolveu agir em prol do que é correto? E quanto ao restante das pessoas que são assassinadas todos os dias na cidade? E as duas mulheres grávidas que foram mortas no começo desta mesma semana? Nenhuma palavra sequer.

É realmente incrível como acontecimentos assim mexem com as pessoas.