Cadê o movimento #metoo do Brasil para rejeitar a assinatura de Oliver Stone no manifesto pró-Lula?

0
477

Como vimos agora há pouco, o ultraesquerdista diretor de cinema americano Oliver Stone assinou o manifesto em favor de Lula.

Enquanto isso, os petistas celebram a assinatura.

Só que – como lembra o site O Antagonista – “há menos de três meses, a modelo Carrie Patricia Stevens, que ficou famosa como coelhinha da Playboy nos anos 1990, acusou Stone de tê-la assediado”.

Carrie escreveu, no Facebook:

“Eles dois [Oliver Stone e Harvey Weinstein] são iguais! Quando ouvi sobre Harvey, a primeira pessoa em quem pensei foi Oliver Stone, e aqui está ele… Eu tinha 22 anos. Oliver passou por mim e apalpou meu seio enquanto entrava em uma festa. Eu ainda me lembro do sorriso convencido dele, como se ele tivesse escapado após fazer algo ruim. (…) Esses babacas não estão acima da lei, e eles deveriam ser julgados como qualquer outro homem. É consenso que não se deve apalpar seios, ou vaginas (como faz o nosso presidente), ou qualquer outra parte do corpo de alguém, sem permissão ou convite. Esses homens deveriam voltar para a pré-escola, porque eles devem ter perdido essa aula”.

Detalhe: Oliver Stone havia saído em apoio a Harvey Weinstein.

No passado, Lula citou as “feministas de grelo duro” (em um áudio liberado por Moro). As feministas não fizeram nenhum protesto contra o ex-presidente. Pior: algumas até disseram “nós somos grelo duro mesmo”. Vergonha total.

Em qualquer tipo de ambiente, quem diz a uma mulher que ela tem “grelo duro” toma um tabefe na cara.

Seja lá como for, as feministas do Brasil também andaram encampando a campanha #metoo, em que celebridades americanas denunciam quem as assediou.

No Brasil, essas feministas não farão nada em relação à assinatura de Oliver Stone no manifesto pró-Lula?