Gleisi pede para “não mexer nas aposentadorias” mas foi pega em escândalo de desvio de aposentados

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A senadora petista Gleisi Hoffmann – também presidente do PT – está multiplicando a narrativa da CUT contra a reforma da previdência:

É interessante vê-la tão dedicada pedindo para “não mexer na aposentadoria”.

Como diz matéria de Felipe Moura Brasil para a Veja em 2 de fevereiro de 2017, “Gleisi Hoffmann foi eleita com dinheiro desviado de aposentados pelo marido, indicam planilhas”.

A matéria dizia: “A campanha suntuosa que elegeu a petista Gleisi Hoffmann como a senadora mais votada do Paraná foi financiada com o dinheiro sujo arrecadado pelo seu marido Paulo Bernardo em esquema milionário de desvio de recursos no Ministério do Planejamento quando ele ocupava a pasta, segundo investigações”.

Eis o resumo da ópera: “O PT ficava com 70% do superfaturamento na taxa de administração cobrada pela empresa paulista Consist de funcionários públicos, pensionistas e aposentados endividados que recorriam aos empréstimos consignados, cujas parcelas vêm descontadas automaticamente na folha de pagamento. De acordo com a Polícia Federal, o partido arrecadou mais de 100 milhões de reais em cinco anos com base nesse método. A cota do ex-ministro no esquema era transferida diretamente pela Consist para um escritório de advocacia de Curitiba, da confiança absoluta de Paulo Bernardo e Gleisi, sendo um dos sócios Guilherme Gonçalves, encarregado de defender a senadora em processos na Justiça”.

Assim se conclui o texto: “A Consist fazia de conta que pagava pelos serviços de advocacia e os advogados pagavam as despesas do casal petista sem deixar rastros. O casal não esperava, no entanto, que o advogado Sacha Reck, um dos sócios de Guilherme, resolvesse agir após ser acusado de envolvimento no escândalo. Sacha pediu a uma empresa independente que fizesse uma auditoria nas contas e nos arquivos do escritório e descobriu que o contrato de serviços jurídicos com a Consist não passava de fachada”.

Coisa feia, Gleisi. Coisa muito feia.