Herói que salvou vida de Ana Hickmann deveria receber medalhas e não pedido por condenação

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Enquanto boa parte do Brasil decente e trabalhador está chocado com a decisão do promotor Francisco Santiago de pedir a condenação do cunhado de Ana Hickmann entre 6 a 20 anos por homicídio doloso, várias questões são trazidas à discussão.

Uma das mais constantes é tentar entender a motivação por trás de tamanha injustiça com Gustavo Correa, que salvou a vida de Ana Hickmann – e da irmã da apresentadora, Giovana Oliveira, com quem é casado – ao matar um criminoso que as ameaçava de morte.

Pode-se supor que o objetivo é mandar uma mensagem ao povo brasileiro, dizendo: “submetam-se ao poder do Estado, pois se podemos cometer até esse tipo de injustiça contra Gustavo, então podemos fazer tudo; ajoelhem-se agora”. Só isso explica uma requisição tão abominável.

Em um país sério, Gustavo Correa seria tratado como um herói. Estaria recebendo medalhas (ou pelo menos homenagens) por salvar a vida de inocentes.

Uma forma de protestar contra a demanda monstruosa do promotor seria essa: requisitar que o Gustavo Correa receba homenagens por ter salvo a vida de Ana Hickmann.

É preciso enviar a mensagem que combata a mensagem que o promotor quis mandar.

Se o promotor quis enviar a mensagem de que o cidadão que exerce seu direito de defesa não vale nada, é vital enviar uma mensagem que combata este frame. Ou seja, dizer que o direito de defesa é fundamental e aqueles que salvam vidas de inocentes sempre são heróis.