Hoje é aniversário da morte de Karl Marx, aquele cuja ideologia matou mais de 100 milhões

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Hoje, dia 14 de março, é aniversário da morte de Karl Heinrich Marx, o pai do comunismo e também pai de muitos filhos dos quais não cuidou a ponto de morrerem de fome e doenças, em alguns casos até abandono.

Aqueles que seguiram sua cartilha também o imitaram no campo da paternidade, como a União Soviética, que matou milhões de pessoas de fome, frio e outras formas tão cruéis quanto. Foi assim também na China e em Cuba, tem sido da mesma forma, hoje, na Venezuela. Por onde os ideais socialistas ou comunistas passaram, houve destruição, ditaduras, violência, muitas mortes e acima de tudo disputas sanguinárias pelo poder.

Marx foi um exemplo perfeito do que é o socialismo. Vivia às custas do amigo rico, Friedrich Engels, e da esposa também rica Jenny von Westphalen. Nunca cuidou de ninguém, nem de sua prole. Como dito logo no início, seus filhos em geral sofreram abandono, inanição ou morreram por falta de cuidados médicos e de comida.

O homem que nunca trabalhou na vida escreveu sobre o trabalho. O homem que nunca teve capital próprio escreveu sobre o capital alheio. O homem que nunca se importou nem mesmo com sua própria família serviu de inspiração para pessoas que fingem se importar com toda a humanidade.

Marx deixou um legado de sangue. O que se vê hoje na Venezuela é fruto de suas ideias. Outros trapaceiros e oportunistas como ele seguiram seu plano porque queriam poder, riqueza e vida fácil. Quase todos conseguiram exatamente isso. Fidel Castro, que morreu há pouco tempo, viveu em mordomia e muitos banquetes por meio século, assim como seu irmão ainda vivo. Stalin era rico da mesma forma, explorando o esforço alheio. Ocorre o mesmo com Nicolás Maduro, Kim Jong Un e demais exemplos já conhecidos.

Um poema cuja autoria é desconhecida diz:

O Socialismo tem um lema

Neste verso que eu endosso

O que é meu é sempre meu

O que é teu é sempre nosso.