Luislinda Valois ainda não foi demitida do Ministério dos Direitos Humanos

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Eis que quieta, em seu canto, a ministra Luislinda Valois anda segue como ministra dos Direitos Humanos.

Luislinda ficou vergonhosamente conhecida ao pedir acumulação integral do salário de desembargadora aposentada, de R$ 30.471, com o de ministra, de R$ 30.934, o que totalizaria um salário mensal de R$ 61.405.

Mas a lei do teto do funcionalismo público estipula que o salário máximo de um servidor é de R$ 33,7 mil, valor recebido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Por essa razão, seu salário à época não tinha acumulação integral, ficando no teto de R$ 33,7 mil, além dos direitos inerentes ao cargo como moradia em apartamento funcional, veículo com motorista e viagens de avião pela Força Aérea Brasileira.

Ao justificar seu pedido, Luislinda alegou que “quem trabalha sem receber é escravo”, e que o cargo lhe impõe custos como “se vestir com dignidade” e “usar maquiagem”.

Ela desistiu do requerimento logo no início de novembro, um dia após ter feito o pedido, mas sua imagem já está danificada por constituir um desrespeito à escravidão real que existiu por muitos anos no Brasil.

Semanas atrás foi comentado que Luislinda seria demitida, já que não há mais clima para ela ficar no cargo. Mas ao que parece, ela continua por lá.