Maria do Rosário disse que foi vítima de “ódio e notícias falsas” após roubo de seu carro, mas não consegue citar exemplos

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Num vídeo publicado nas redes sociais, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) criou uma narrativa constrangedora sobre os vários comentários que ela recebeu após sofrer um assalto na última quarta-feira (27), em Porto Alegre.

Ela gastou boa parte do tempo do vídeo para implantar uma narrativa de que teria sofrido ataques nas redes sociais: “Todas essas fake news e manifestações de ódio nos são dirigidas pelas causas que defendemos. Essas manifestações de ódio, não raro, também configuram crimes”, diz Maria do Rosário.
Em ritmo de teoria da conspiração, ela colocou a culpa em “robôs do outro lado”.
O curioso é que em todo o vídeo ela não conseguiu apontar nenhum exemplo de “notícia falsa” sobre o assalto.
Por exemplo, vários comentários que foram feitos por esta página:
  • ela contatou a polícia, e não o Batman
  • a narrativa da extrema esquerda entrou em bug, uma vez que eles definem que os bandidos são ‘vítimas da sociedade”
  • Leonardo Sakamoto comentou no passado que “ostentação é que devia ser crime” e nem falou deste caso
  • a tese desarmamentista – que proibe o uso de armas por quem não é policial – não funcionou neste caso
  • segundo a narrativa da extrema esquerda, teria ocorrido uma “socialização” de bens
  • a recuperação do carro de Maria do Rosário seria, sob esta mesma narrativa, o encerramento de uma “socialização” de bens
Bem, agora entendemos porque ela não citou exemplos. É por que ela ficaria constrangida ao fazê-lo.
Patético é pouco pra descrever: