No dia em que matou o herói Óscar Pérez, o ditador Maduro chama presidente colombiano de “bandido”

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o ditador Nicolas Maduro é aquele tipo de gente – não sei se “gente” é o termo mais adequado – que se alguém vir gritando “olha o estupro, olha o estupro” já pode ter certeza: ele acabou de estuprar alguém.

Pois, conforme a Exame, Nicolás Maduro  hamou nesta segunda-feira seu homólogo da Colômbia, Juan Manuel Santos, de “bandido” e assegurou que o país vizinho é um “Estado foragido” e uma nação com “uma crise humanitária gravíssima”.

“Vamos defender as verdades da Venezuela (…) e dizer as verdades da Colômbia, porque Juan Manuel Santos vive falando mal do nosso país, de graça, bandido”, afirmou Maduro durante seu balanço de gestão (?!) perante a Assembleia Constituinte, órgão não reconhecido pela oposição.

O ditador ainda disse que na Colômbia há uma “crise espantosa”, pois “lá 70% do emprego é informal, o desemprego aberto supera 25%, a pobreza aumentou para 55%, a miséria supera 35%”.

“A Colômbia é um Estado foragido (…). Quase 10 milhões de colombianos vivem no exterior por causa da pobreza, da miséria e da guerra”, garantiu Maduro.

O curioso é que as pessoas estão fugindo da Venezuela, e não da Colômbia.

Na quinta-feira passada Santos advertiu a Maduro que não utilizasse a Colômbia para “tapar as enormes falências da sua revolução fracassada” e pediu para que permitisse a entrada de ajuda internacional humanitária para sua gente, como solicita a oposição venezuelana há meses.

Aliás, no dia em que Maduro chama o presidente colombiano de bandido é o dia no qual o primeiro matou o rebelde Óscar Pérez, que lutava heroicamente contra a ditadura.