Para desespero da elite esquerdista, EUA têm menor taxa de desemprego desde 2001

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Em abril deste ano, Trump anunciou seu plano de revisar todo o sistema fiscal do país, reduzindo de 35% para 15% os impostos para as empresas, um corte de 20 pontos percentuais.

Alguns meses depois do plano (já aprovado no Senado), os resultados apareceram. Com melhores expectativas econômicas, o Departamento do Trabalho americano anunciou que o desemprego no país atingiu o seu menor patamar desde 2001: 4,1% em outubro.

Enquanto isso a mídia esquerdista ia desconstruindo-o, mas não está adiantando. Trump foi cortando gastos.

A elite esquerdista – liderada por George Soros – sempre depende de regulações e impostos que aniquilem os menores empreendedores. Em benefício dos maiores. No pós-1968, a esquerda tem se tornado a representante de uma elite de bilionários que não gosta de concorrer.

É claro que o cenário criado por essa elite esquerdista não beneficia a geração de empregos.

Nos últimos meses, foram criadas mais de 400 mil vagas de trabalho nos EUA. Enquanto isso, a Europa – carcomida pelo discurso esquerdista – já não tem a mesma capacidade de gerar empregos.

É isso que significava “America First”. No mundo, sempre existirão aqueles que destroem empregos intencionalmente em nome de suas agendas corporativistas. Mas alguns aparecem para quebrar essa espiral de destruição de valor. Esse é o papel que Trump está fazendo.