Pedir a prisão de cunhado de Ana Hickmann enquanto 30 mil bandidos serão soltos no Natal é sadismo

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Poucas coisas poderiam ser mais simbólicas do a atitude do promotor de “justiça” Francisco Santiago.

Ele pediu a condenação do cunhado de Ana Hickmann por tentativa de homicídio. Requisitou uma pena que deveria ir de 6 a 20 anos de prisão.

O caso ocorreu em maio de 2016, quando um bandido invadiu o hotel onde estava hospedada Ana Hickmann, em Belo Horizonte. O criminoso chegou a atirar contra a assessora da apresentadora, Giovana Oliveira.

Marido de Giovana e cunhado de Ana Hickmann, Gustavo Correa agiu de maneira heróica, dominando o bandido. Conseguiu salvar a vida da apresentadora dando três tiros na nuca do criminoso.

O fato é que Gustavo é inocente, sob qualquer perspectiva. Ele é um cidadão que salvou a sua vida, a de sua esposa e da apresentadora Ana Hickmann. Ninguém forçou o bandido a entrar no local para tentar matar a apresentadora. Ele fez porque quis.

Mesmo assim, o promotor partiu para a galhofa e disse que Gustavo cometeu “excesso de legitima defesa”. É ou não é uma provocação?

Enquanto isso, sabemos que 30 mil presos serão liberados temporariamente a partir do dia 21 de dezembro das prisões de SP. É claro que nem todos vão voltar na data estipulada de retorno: 4 de janeiro.

O promotor não poderia ter escolhido momento pior e mais afrontoso para fazer um pedido tão injusto. No momento em que 30 mil culpados poderão ir para a casa, ele quer a prisão de um inocente. Isso é sadismo.