Pizzolato escala na empáfia e agora não quer nem pagar a multa. É mole?

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Créditos para a imagem: ABR

É sempre assim. Quando alguém dá muita moleza, o beneficiário sempre vai pedir mais. Com o ex-diretor de marketing do BB, Henrique Pizzolato, não seria diferente.

O ministro do STF Luíz Roberto Barroso deu liberdade condicional a Pizzolato na quinta (28). O sujeito passou um ano e sete meses cumprindo pena em regime fechado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e, desde maio, estava no semiaberto.

Nesta quinta, Pizzolato entrou com pedido de indulto natalino, por meio de seus advogados. A requisição foi feita antes de a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, suspender o decreto assinado pelo presidente Michel Temer. A expectativa dos defensores era que Pizzolato conseguisse ser liberado de pagar a multa de R$ 2 milhões, em parcelas, pela condenação no mensalão.

Conforme diz a matéria do Diário do Poder: “Antes de ser solto, Pizzolato formalizou na Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal os termos de sua liberdade condicional. O juiz Vinícius Santos Silva, responsável pela audiência, determinou que o ex-diretor de marketing deve comparecer bimestralmente na Vara, comunicando sua ocupação. Ele também não pode se afastar do território de Brasília sem autorização judicial e nem mudar de residência sem comunicar previamente. Pizzolato ainda deve recolher-se diariamente em sua casa a partir das 22 horas”.

Seja lá como for, agora veremos se mais essa moleza será dada a Pizzolato.