Troça de Trump sobre “botões” é jogada de mestre que coloca Kim Jong-un em situação difícil

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Acostumado com a malemolência de governos da esquerda (que sempre capitulam para países totalitários), Kim Jong-un resolveu fazer uma provocação na semana passada, dizendo à Trump: “Todos os Estados Unidos estão dentro do alcance de nossas armas nucleares, e um botão nuclear está sempre na minha mesa. Esta é a realidade, não uma ameaça”.

Um governo esquerdista normalmente ficaria calado e aceitaria a provocação. Mas Trump reagiu da maneira que Kim Jong-un não esperava, dizendo, no Twitter: “O líder norte-coreano Kim Jong-un disse que o botão nuclear está na mesa dele todo tempo. Alguém de seu regime abatido e sem alimentos pode avisá-lo que eu também tenho um botão nuclear, mas é um muito maior e mais poderoso que o dele. E o meu botão funciona!”.

Claro que a esquerda ficou surtada, pois não esperava uma resposta desse tipo.

O detalhe é que a atitude de Trump complicou a vida de Kim Jong-un. Ele simplesmente tomou uma rebatida magistral a partir de uma provocação. Agora, se ficar quieto, será percebido como um bufão. Mas se reagir violentamente, será visto como uma ameaça, pois é alguém que pode provocar desestabilização unicamente a partir de uma provocação.

Essa é uma das principais artes da guerra política: colocar seus inimigos em dilemas de decisão. Agora cabe a Kim Jong-un escolher o dano menor.